A solidão de um quadrinho sem fim – O lançamento que profetiza 2021

Por Antonio Cazarine – Ano passado saiu no Brasil “Intrusos”, o magnum opus de Adrian Tomine, e, cheio de significados e temáticas complexas sobre o ser humano, foi um sucesso. Agora chega as livrarias “A solidão de um quadrinho sem fim”, que é menos cult, o que cria um paradoxo, pelo fato de a biografia de um autor cult ser menos cult que suas obras. Questão superada, a história é basicamente um tratado de um homem sobre ele mesmo, toda a experiencia de Adrian, desde a escola e toda a sua evolução, com uma narrativa embaraçosa e extremamente realista que lembra The Office nas primeiras temporadas, enquanto passa por seus fracassos e experiências na indústria dos quadrinhos, idolatria por Frank Miller e sua síndrome do impostor.

Por Antonio Cazarine - Ano passado saiu no Brasil “Intrusos”, o magnum opus de Adrian Tomine, e, cheio de significados e temáticas complexas sobre o ser humano, foi um sucesso. Agora chega as livrarias “A solidão de um quadrinho sem fim”, que é menos cult, o que cria um paradoxo, pelo fato de a biografia de um autor cult ser menos cult que suas obras. Questão superada, a história é basicamente um tratado de um homem sobre ele mesmo, toda a experiencia de Adrian, desde a escola e toda a sua evolução, com uma narrativa embaraçosa e extremamente realista que lembra The Office nas primeiras temporadas, enquanto passa por seus fracassos e experiências na indústria dos quadrinhos, idolatria por Frank Miller e sua síndrome do impostor.

A carreira de quadrinista se mistura com a vida pessoal de Tomine; romances, casamento, vida paterna nas páginas de 6 quadros intencionalmente monótonas do quadrinho, especiais para quem almeja ser quadrinista. O formato da HQ imita um moleskine, com marcador e elástico, o que é bem bacana pela história ser sobre a rotina de um quadrinista. A leitura é boa e cansativa ao mesmo tempo, com um fechamento sensacional.

Por: Antonio Cazarine.

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