JONES MANOEL: A crítica moral à classe dominante

A critica moral a classe dominante, normalmente chamada de “elite”, tem uma falsa radicalidade. Parece criticar a burguesia, mas no fundo trabalha com uma razão ingênua: critica o seu “atraso”, “falta de visão”, “elitismo” e afins como forma de criar uma espécie de razão Iluminista nessa classe para, finalmente, realizar o sonho de um capitalismo estilo alemão nos trópicos.

No fundo, sem qualquer novidade e o sentido prático de um Hélio Jaguaribe, querem ensinar a classe dominante a exercer um bom domínio – com “inclusão social”. Por isso, a critica não passa por uma teoria do desenvolvimento capitalista periférico e da autocracia burguesa. Mas como é impossível negar o vale de lágrimas e sangue que vivemos, é necessário apontar um responsável direto, irremediável, um responsável que não pode ser salvo das misérias que vivemos. Para manter a aparência de radicalidade e crítica, tomam uma mítica classe média para Cristo.

Por anos e mais anos, enquanto bancos, latifúndio, multinacionais, grupos de mídia, construtoras e afins cresciam “como nunca antes na história desse país”, Marilena Chauí apontava que a classe média é uma abominação ética, política e fascista! O grande capital não. Esse precisa ser ensinado como ser nacional e democrático!

Agora Jessé Souza diz que o ódio a filosofia e sociologia do bolsonarismo representa a baixa classe média (sabe Deus o que é isso) sem leitura que não consegue entender os livros!

É ódio e inveja, segundo o sociólogo da elite do atraso (ou do atraso da sociologia?).

No final das contas, segue a mesma busca, o eterno retorno de um pacto de classe.

Podemos fazer uma crítica moral a classe dominante. Mas no Brasil de hoje, essa crítica moral, é contrarrevolucionaria. Pior, é uma espécie de crítica não-critica que busca ocultar dados básicos. O governo Bolsonaro pretende vender metade das refinarias do país. A Fiesp, CNI, Abimaq e assemelhados, não têm problemas com isso. Seu papel de burguesia associada e dependente continua garantido. E se suas indústrias fecharam, não é problema também. Elas podem se transformar em burguesia compradora revendendo o último produto chinês ou vivendo de renda de aplicações financeiras cada vez mais gordas.

E segue a vida. E a tolice em forma de teoria social.

Por Jones Manoel

1 Comentário

  • Entrei em contato com o Grão-Mestre Aza e hoje sou um dos homens mais ricos do meu país.
    Graças a ele, posso viajar pelo mundo e ir aonde quiser. Minha vida não é como aquela antes, onde eu não tinha nada para me sustentar. Graças a ele, ganhei o respeito e o carinho do meu séquito. Todos os que me rejeitaram começaram a me amar e a respeitar-me porque agora sou rico. Eu pude construir uma multidão de casas. Meus carros são a marca esportiva mais rara. Eu sou hoje um grande operador econômico no meu país. Recentemente, estou em segundo lugar entre os operadores económicos que participam ativamente no desenvolvimento do meu país. Peço desculpas se não me identifiquei, mas prefiro testemunhar de forma confidencial. Mas eu sei que ainda existem pessoas pobres que não conseguem nem comer pelo menos 3 vezes ao dia. Portanto, é para você que me permito fazer este testemunho.

    O Grão-Mestre também faz muitos outros trabalhos, incluindo:

    – Cura pela doença a distância
    – Tratamento de problemas sexuais
    – Carteira ou mala com riqueza
    – Resolução de problemas de divórcio
    – Resolvendo problemas de casal
    – Perfume e sabão de sorte para o comércio
    – Resolução de problemas relacionados com bruxaria
    – Arranje um bom emprego no trabalho
    – Aumente seus negócios globalmente
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    O Grão-Mestre está envolvido em muitas outras áreas, então não posso listar tudo aqui.
    E-mail do Grão-Mestre: maitre.aza5@gmail.com
    Whatsapp do Grão-Mestre: +221 77 200 0412

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