Menos é mais

Quem disse que Bolsonaro não é ambientalista e pós-materialista? Com a privatização da Eletrobras, os preços da energia subirão, muitas usinas serão fechadas e/ou sucateadas, não serão mais construídas usinas de nenhum tipo, e assim muitas indústrias e comércio terão que fechar, as pessoas serão obrigadas a economizar, “poupar o planeta” e levar uma vida mais integrada à Mãe Natureza, mais “orgânica” e biodegradável. Com a privatização dos Correios, a poluição e o consumo diminuirão pois muitos veículos de entrega sairão de circulação para reduzir custos e aumentar o preço das ações da nova empresa, e nenhum veículo chegará a muitas cidades do interior onde os Correios hoje operam com prejuízo financeiro para não causar prejuízo social. Teremos o Brasil que as ong’s ambientalistas, que EUA, Noruega e a Alemanha querem: um país low carb, climate-friendly, em decrescimento, sem nenhum desenvolvimento, soberania, integração nem grandeza. Nessa linha, o mote da esquerda que sobrar voltará a ser o lacrimoso “tudo pelo social”, com o social significando a sopinha “green” do Banco Mundial distribuída aqui pelo avião de campanha da Ocasio-Cortez. Sopinha devidamente preparada para que a comida que entre na boca dos miseráveis não colabore com as “mudanças climáticas” quando sair pelo outro lado.

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