Trabalhismo contra o Esquerdismo metafísico!

Por Vitor Alves – Existe uma tendência em afirmar a existência de um campo progressista, me perguntei, como bom materialista, no que consistiria essa afirmação.

A verdade é que constatei a metafísica por trás dessa propositura. Campo progressista é uma ficção de humanismo dentro de um, aparente, espectro de esquerda na política nacional.

É a negação do colapso petista, é a muleta que partidos sem estrutura se utilizam para obrigar partidos maiores ao dialogo. É um verdadeiro terrorismo midiático.

O Trabalhismo se funda em uma materialidade nacionalista, quer dizer, de desenvolvimento das forças produtivas nacionais, ou seja, o trabalhismo possuí como condição “sine qua non”, que é o desenvolvimento da nação brasileira de maneira soberana e independente. Nosso programa, hoje, é o livro de Ciro Gomes, Projeto Nacional, o Dever da Esperança, sendo assim, qualquer aliança partidária deverá levar em consideração os ganhos materiais a favor do programa encarnado na obra.

 

Campo progressista, o que é?

Em minhas investigações, o que se concordou em chamar de campo progressista é a compreensão de que aqueles que defendem as estruturas mínimas de dignidade humana são, por isso, progressistas. O que nos obriga ao alinhamento prático e discursal, mesmo que, em todo o restante sejamos distintos.

Sim, campo progressista é entender que a dignidade da pessoa humana, os direitos humanos e afins são condições de civilidade, nada mais que isso. Vejam como isso é um absurdo.

 

Espectro de esquerda, o que é?

Compreendo por espectro de esquerda a propaganda efetuada por partidos liberais que se dizem de esquerda. Eles gritam e fazem barulho para criar esse, aparente repito, espectro de esquerda. Não existe materialidade de luta a favor do povo, existe um conjunto de prática de propagada política que nos induz a isso.

 

A via Trabalhista, o que é?

A via trabalhista consiste em atuar independente dessa metafísica exposta, ou seja, o espectro de esquerda que força a existência do campo progressista devem ser superados.

Não existe, de fato, esquerda brasileira e esse campo progressista. A materialidade do trabalhismo está em se afirmar independente, quer dizer, se o povo lhe perguntar: és de esquerda? és do campo progressista? Nós devemos, imperativamente, dizer! Não, somos Trabalhistas.

 

Viva a luta Nacional!

Viva a luta Trabalhista e Popular!

 

Contra o esquerdismo! Pelo Trabalhismo!

Por: Vitor Alves, militante do PDT-SP

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1 Comentário

  • Ótima colocação. Se definir como trabalhista evita essa pauta identitária que destruiu a esquerda brasileira.

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