A farsa da Nova Matriz Macro Econômica

A Nova Matriz Econômica de Dilma-má e Guido Mantega é culpada de duas medidas desastrosas. A primeira é vender como desenvolvimentismo um programa que paralisou os investimentos públicos, que, diferente da Era Lula, cresceram pífios 1% ao ano no primeiro mandato de Roussef.

[Os mais de 20% anuais de crescimento dos investimentos públicos entre 2006/10 foram puxados, no entanto, pela construção civil, e desprovidos de política industrial].

A segunda foi possibilitar que a direita criasse a narrativa de que a crise fiscal foi proporcionada por aumento irresponsável dos gastos públicos, principalmente os sociais, quando na verdade o colapso foi resultado das desonerações fiscais que Dilma deu para o empresariado, e que atingiram somas de centenas de bilhões de reais anuais a partir de 2013.

Os dados revelam que os gastos com o funcionalismo estacionaram no início da década. O Bolsa Família nunca chegou nem mesmo a 0,5% do PIB, a expansão do sistema de ensino e de saúde nem arranha a fatia do orçamento que possuem em outros países da OCDE, e as concessões públicas aumentaram vertiginosamente.

A esse tipo de política a direita deu o nome de “comunismo”. Mas esse é o papel da direita na luta política. Já o papel de Dilma foi de fazer as forças populares de palhaças.

Por André Luiz dos Reis.

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