Bolsonaro: um genocida, em meio à crise

A história será implacável. Não haverá misericórdia, nem mesmo compaixão, para tamanha irresponsabilidade que o senhor Jair Bolsonaro está fazendo contra o povo brasileiro.

Não se trata de questão ideológica, de posições políticas, ou simplesmente de empatia, a questão é de vida ou morte.

Vivenciamos a mais grave crise epidêmica da humanidade dos últimos séculos. Há uma mobilização planetária para salvar vidas, repito salvar vidas, e conter o Covid-19.

Médicos, enfermeiros, cientistas, governos e a população lutam dia a dia, hora a hora para o enfrentamento – muita das vezes inglório – contra o vírus.

Nações inteiras estão em quarentenas e famílias dilaceradas não conseguem nem enterrar seus familiares; hospitais e sistemas de saúde em pleno colapso, economias derretendo.

E nosso presidente fazendo piada e tendo ‘piti’ com crises de autoridade.

Oras, Bolsonaro quando o Brasil começar a contar as centenas ou milhares de seus cadáveres quero ver o senhor dizer que há histeria ou que é apenas uma gripezinha.

A sua irresponsabilidade, sua ignorância e a sua flagrante inaptidão para comandar o Brasil num momento tão crítico, o coloca como um genocida, como responsável do massacre que se aproxima.

Evidente que não é o senhor Bolsonaro o culpado pelo Covid-19, mas é irrefutavelmente responsável direto por suas consequências catastróficas que ocorrerão.

Não é hora para piadas, para subserviência nojenta ideológica, para cultuação de ignorância e fake news. É preciso agir e rápido.

Muitos governadores de direita e de esquerda agem, responsavelmente, e sem o apoio e o comando do governo federal, tentando minimizar as graves consequências.

O senhor Bolsonaro desautoriza o ministro da Saúde, não comanda absolutamente nada, e pior fica atrapalhando quem tenta minimizar a crise.

A perturbação mental do presidente, suas alucinações e seu despreparo têm se demostrado igualmente mortal como esse vírus.
É preciso comando, coordenação e ação.

O Brasil sofrerá profundamente esta crise, mas venceremos, apesar do Bolsonaro, e passando isso é preciso denunciar este criminoso pelo genocídio o qual está empenhado em fazer.

Precisamos ter consciência e seguir as recomendações dos médicos, dos cientistas, e acima de tudo, confiar na nossa capacidade de superar esse momento difícil, assim como ter fé e esperança.

Ao Bolsonaro, a história encarregar-se-á, assim como a justiça.

Por Henrique Matthiesen

Bolsonaro um genocida, em meio à crise

4 Comentários

  • “Não se trata de questão ideológica, de posições políticas, ou simplesmente de empatia, a questão é de vida ou morte.”

    O autor parece se esquecer que política É questão de vida ou morte. Vide as grandes fomes do passado. Ou os grandes desastres sociais. As grandes guerras e revoluções. Política é a coisa mais séria que há.

    A esquerda pequeno-burguesa brasileira vai se trancar em casa. E daí? A verdade é que a resposta à crise está sendo um improviso muito aquém das necessidades, e muita gente vai morrer. Haverá fome.

    Os comunistas desde já debatem uma organização de emergência da população. PO-LÍ-TI-CA. Enquanto isso, a esquerda pós-socialista fica em casa esperando sei-lá-o-quê vir de figuras como Bolsonaro, João Dória e Wilson Witzel.

    Triste fim da esquerda sabonete.

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