Flávio Dino do Fluminense lavajateiro contra o Rodrigo Maia do Botafogo

O porta-voz de Flávio Dino, o secretário Ricardo Cappelli, disse que o PDT é o Botafogo e que a aliança com Rodrigo Maia é loucura.

Não apenas Maia deixou de ser, para Cappelli e Dino, o campeão da democracia contra o lavajatismo, bem como lembrado por Antonio Vargas, passou a ser representante do capital financeiro. Isso porque, o Luciano Huck não responde mais os directs no Twitter do governador maranhense depois que ele foi derrotadaço em seu estado esse ano.

Mas o mais maluco de tudo, é a regressão do dinismo-lulismo de Cappelli ao lavajatismo do começo da carreira do chefe. Dino até havia feito autocrítica do seu passado lavajateiro, e o porta-voz sempre escreveu belos libelos em defesa da Frente Ampla liderada pelos democratas do Centrão contra às ameaças ao regime democrático.

Porém, é bom não deixar de lembrar que Dino, além de juiz coleguinha de Sérgio Moro dos tempos de concurseiros, foi o relator da Lei da Ficha Limpa que impediu o Lula de ser candidato em 2018.

Aí, fica mais fácil de entender essa volta às origens com o Cappelli retomando o apelido inventado pela Aliança do Coliseu (EUA, Globo, República de Curitiba) para o Rodrigo Maia: O Botafogo da lista da Oderbrecht!!! Parece que o ex-juiz amigo do Moro é o Fluminense da política, só volta da Série C no tapetão judicial.

Flávio Dino do Fluminense lavajateiro contra o Rodrigo Maia do Botafogo

3 Comentários

  • Flávio Dino perdeu a noção do ridículo. Derrotado vergonhosamente nessas eleições no Maranhão, a ponto de até no PCdoB Manuela, mesmo sendo derrotada em Porto Alegre, ter se saído bem melhor que Flávio Dino e ser hj novamente a figura de maior destaque do partido. Aí acha que ele é uma figura nacional, que vai influenciar alguma coisa e deve ser considerado como central no debate? Pelamor, seu partido está prestes a ser extinto na cláusula de barreira, foi derrotado no Maranhão, recolha-se a sua insignificância. Quem vai tê-lo como grande ator se não lidera mais muita coisa e nem voto tem a nível nacional? PCdoB teria uma contribuição enorme se optasse por um caminho mais realista.

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  • Acho bastante positiva a iniciativa desse portal em abrir espaço para os articulistas principiantes como o autor desse texto. É dessa forma, errando, sem medo de dar a cara a tapa, de parecer um tolo, um tonto a falar coisas sem conexão com a realidade, que se aprende, não apenas a escrever, mas, sobretudo, a argumentar com base em fatos e não em ilações. Sabemos que um leitor informado das relações íntimas, umbilicais, de Rodrigo Maia, o “Botafogo” da Lava Jato, com o mercado financeiro, considerará estranha a passagem do texto que faz parecer ser uma calúnia inventada por Flavio Dino a explicitação dessa relação, conhecida por todos os analistas políticos acreditados no Congresso Nacional, tanto como representantes da impressa como enquanto membros das assessorias politicas da Câmara dos Deputados e do Senado. Rodrigo Maia, todos o sabem, inclusive as paredes da Câmara dos Deputados, é um representante confesso do Mercado Financeiro, e um entusiasmado defensor do neoliberalismo, do teto de gastos, da política de austeridade fiscal, da não intervenção estatal nos assuntos econômicos, da regulação da vida econômica pelas leis do mercado, enfim, alguém tão emotivamente vinculado a essa política que atende aos interesses da plutocracia financeira, que deixou-se chegar às lagrimas, não de tristeza, mas de alegria infinita, no dia em que o Congresso Nacional aprovou a Reforma da Previdência contra os interesses dos trabalhadores. Mas esse desconhecimento, essa ignorância dos interesses que Rodrigo Maia representa, não apenas em palavras, mas, sobretudo, através de suas ações no interior do Congresso, devemos perdoar aos adolescentes do PDT, que devem ser aplaudidos, parabenizados e incentivados a continuar desenvolvendo suas habilidades para produzir esse tipo de escritura. Temos certeza que grandes analistas políticos como Jânio de Freitas também conheceram dificuldades para elaborar seus primeiros artigos políticos no jornal do grêmio do ensino fundamental, quando nem sequer sonhavam que seriam um dia colunistas políticos reconhecidos nacionalmente.

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