Getúlio Vargas fez de tudo no Brasil, até o Calabouço…

Pelo Centro de Memória Trabalhista – Em 5 de novembro de 1951 era inaugurado pelo presidente Getúlio Vargas, na sede da União Nacional dos Estudantes (UNE), na Praia do Flamengo, o Restaurante Central dos Estudantes, popularmente conhecido como Calabouço.

Era um restaurante estudantil que oferecia comida com custo acessível para estudantes de baixa renda no Rio de Janeiro. Administrado pela União Metropolitana dos Estudantes (UME), no complexo também funcionava um teatro e uma policlínica.

Em 1952 foi transferido para a região da Ponta do Calabouço, próximo ao Aeroporto Santos Dumont.

Em 1964, após o golpe militar, quando a União Nacional dos Estudantes (UNE) foi incendiada e destruída, o restaurante ficou fechado por um período, quando os militares decidiram reabri-lo e tirar a gestão da UME passando a controlar o acesso do público ao lugar. Em 1967 a segunda sede foi demolida e transferido para a Avenida General Justo, esquina com Rua Santa Luzia.

Com a repressão e perseguição cada vez mais forte do regime, em 1968, a PM comandada pelo Exército, entrou atirando no restaurante para abortar mais uma passeata estudantil e assassinou com um tiro no peito o estudante paraense Edson Luiz.

Naquela data, o Calabouço foi fechado para sempre.

Pelo Centro de Memória Trabalhista.

Pelo Centro de Memória Trabalhista - Em 5 de novembro de 1951 era inaugurado pelo presidente Getúlio Vargas, na sede da União Nacional dos Estudantes (UNE), na Praia do Flamengo, o Restaurante Central dos Estudantes, popularmente conhecido como Calabouço.

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