Especial sobre a crise política na Guiné-Bissau – Parte III

Guiné-Bissau segue ignorada pela comunidade internacional

Por Wellington Calasans, para o Portal Disparada

Na terceira parte da série especial sobre a crise político-institucional na Guiné-Bissau, abordada com exclusividade para o Portal Disparada pelo jornalista correspondente Wellington Calasans, vamos saber mais sobre a atual situação naquele país irmão que, inclusive, fala a língua portuguesa.

Neste momento a crise é agravada por uma sequência de práticas de terror de Estado. Além disso, os políticos que foram golpeados são constantemente ameaçados, sequestrados e espancados por um governo que chegou ao poder pela imposição das armas.

Na Guiné-Bissau a violência, corrupção e a associação da atual estrutura no poder ao tráfico de drogas é notícia em todo o mundo, mas estranhamente a comunidade internacional finge mediar situação de normalidade e acaba por favorecer Sissoco Embaló, o autoproclamado presidente.

Aliciamento de deputados e juízes também são práticas denunciadas diariamente. Para piorar, um acordo carregado de irregularidades entre os responsáveis pela saúde pública e um laboratório de medicamentos expõe três miil e oitocentos guineenses como cobaias de um experimento que alegadamente serviria para o tratamento da Covid-19.

Tudo é absurdo e a ONU e OMS ignoram todas as barbaridades que estão acontecendo.

Na entrevista de hoje, Wellington Calasans conversa com o jurista e jornalista Muniro Conté.

Assista ao vídeo:

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