A Lava-Jato é que é um partido criminoso

Em nova matéria da Vaza Jato, a Folha revela que Serginho do Mal, vulgo Moro, o Purgante, vulgo Dallagnol, e demais procuradores da Força Tarefa da Repúbica do Não-Brasil consideravam a delação de Palocci uma piada.

Em mensagens trocadas em chats no Telegram, os partícipes da Operação diziam que não havia prova alguma do que Palocci dizia, que suas denúncias eram fracas, e que a delação deveria ser anulada.

Mesmo assim a Força Tarefa foi favorável à publicização da delação a seis dias do primeiro turno das eleições presidenciais, porque Moro e eles consideravam que a divulgação seria “benéfica” para demonstrar para os eleitores os ”podres do PT”.

Ou seja, mais um exemplo claro que a República de Curitiba agia como um ”partido”, intervindo nas eleições por motivos explicitamente políticos. Pior ainda quando sabemos que Dallagnol realizou reuniões secretas com altos executivos do sistema financeiro meses antes das eleições, para vender ”prognósticos” do que aconteceria.

Um mês depois do primeiro turno eleitoral, Moro aceitou o convite de Bozó para comandar o Ministério da Justiça.

O cenário por trás da Lava-Jato é bizarro. A Força Tarefa estava mergulhada não apenas em imoralidade e falta de espírito público, mas também corrupção e crimes da mais alta gravidade.

Por André Luiz Dos Reis.

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