Márcio França, a hora de pensar no povo é a hora da virada

Por Thiago Manga – Vivemos os tempos da opinião. Todos temos opinião formada sobre tudo, o tempo todo. Por um lado é ótimo. Por outro, um tanto cansativo. E fica chato quando opiniões superficiais, mas bonitas e idealistas, se espalham igual a cólera fazia décadas atrás.

Muito tem se falado. Muitos sonhos, muitas frases feitas, muito memes e muita, mas muita fake news. Pouco se fala mesmo é como tirar o povo paulistano da situação de desespero que se apresenta.

O Plano Márcio é claro, e o único claro nesse sentido: formar frentes de trabalho que empreguem 100 mil paulistanos já no início do ano. Com salários baixos, reconhece-se. Mas também com carga horária baixa. Assim você emprega mais gente e mais gente consegue ter uma segurança mínima, com comida no prato para correr atrás do futuro de suas famílias.

Poderíamos tratar aqui de tantas outras propostas progressistas e com foco popular nessa candidatura que insistem em covardemente tentar jogar pro campo da Direita.

Mas a Universidade Digital Municipal vale ser citada: promover a entrada garantida de todos os alunos e alunas da rede pública no ensino superior, isso sim é ser de esquerda. Educação e dignidade aos trabalhadores são e sempre foram a base do pensamento progressista. Essas bases estão claras como água no projeto proposto por França e Antonio Neto, este último aliás, um homem que dedicou a vida à luta ao lado de quem trabalha sem abrir mão de sonhar com um futuro melhor para os seus e para todos.

No domingo, os paulistanos vão fazer sua escolha, soberana e que terá que ser respeitada, seja qual for. O que a gente não abre mão é de defender de cabeça erguida o nosso projeto para a cidade e para o Brasil.

Que todos façam suas reflexões e tomem suas decisões, mas usando a cabeça e não o coração emocionado com discursos nobres e tão bem intencionados como inviáveis.

Por: Thiago Manga.
Jornalista e militante trabalhista.

O Plano Márcio é claro, e o único claro nesse sentido: formar frentes de trabalho que empreguem 100 mil paulistanos já no início do ano. Com salários baixos, reconhece-se. Mas também com carga horária baixa. Assim você emprega mais gente e mais gente consegue ter uma segurança mínima, com comida no prato para correr atrás do futuro de suas famílias.

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