GILBERTO MARINGONI: A volta do contágio acelerado

Há indícios cada vez mais fortes – não há números confiáveis – de que vivemos um surto ascendente de disseminação da pandemia, especialmente em São Paulo. Voamos às cegas diante do lockdown de informações patrocinado pelo governo estadual e pelo ministério da Saúde.

João Doria anunciou há dois dias que só há condições de se contabilizar os números a partir do dia 30, coincidentemente após as eleições.

Enfrentamos quase uma repetição da ocultação de dados, como na epidemia de meningite, em 1974.

Na capital de São Paulo, na maior cidade do país, na disputa mais importante deste segundo turno, há um candidato que em tese pode se beneficiar disso.

Ele fala calmamente, posa de bom moço, chama o oponente de radical e não toca no assunto.

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