GILBERTO MARINGONI: A disputa pela presidência da Câmara

A oposição progressista – PT, PDT, PSB, PSOL, PCdoB e Rede – têm 133 deputados na Câmara. Diante da disputa para a presidência da Casa, que deve contar com pelo menos um candidato bolsonarista e outro da direita liberal, há duas opções a seguir.

A PRIMEIRA é lançar um/a candidato/a próprio/a, marcar posição, e ser derrotado/a.

A SEGUNDA é negociar caro o apoio ao/a candidato/a da direita liberal – que corre os risco perder sem o apoio da centroesquerda. Aqui, o objetivo principal a ser obtido é derrotar a extrema-direita.

Se houver condições de uma ação unitária, a melhor alternativa é a segunda. Para isso, a oposição progressista deve apresentar uma pauta clara, com poucos e objetivos pontos. No topo da lista devem estar o auxílio emergencial e a flexibilização do teto de gastos. Na parte organizativa, devem estar a presidência ou a vice de um número definido de comissões temáticas.

As alternativas são marcar posição agora ou marcar posição – com a possibilidade de vitórias – pelos próximos dois anos.

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