‘O país está quebrado e eu não posso fazer nada’: o Brasil tem que arrancar Bolsonaro da presidência urgentemente

A frase é de uma incompetência, é de um despreparo e de um nível de vagabundagem inéditos na liderança do país. Desculpem as palavras duras que uso e usarei aqui, mas não há mais tempo nem espaço para cavalheirismos quando o presidente da República é literalmente um vagabundo de quinta categoria.

Bolsonaro não trabalha. Nunca trabalhou. “Mama na teta” do Estado a vida inteira. No exército, foi medíocre e vagabundo. Quis explodir quartéis, como denunciou a Veja, em meados dos anos 80. Na Câmara dos Deputados, onde ficou por quase 30 anos, não fez nada, ou seja: vagabundo.

Colocou esposa (hoje ex-esposa) e filhos para que também pudessem viver às custas do erário público. Filhos que também nunca fizeram nada com seus mandatos. É uma família inteira, um pacote completo de vagabundagem.

Hoje se sabe que o máximo que faziam era lavar dinheiro e roubar do povo em benefício próprio, seja na gasolina, seja na “rachadinha” do Queiroz, seja em lojas de chocolate. Uma verdadeira cambada de vagabundos, ironicamente o termo que os mesmos sempre usaram para acusarem os outros do que evidentemente o são.

“É compreensível: quem sempre viveu de concessões e favores do Poder Público não é capaz de ver nos outros senão os vícios que carrega em si mesma”, dizia Brizola em em direito de resposta garantido na justiça contra Roberto Marinho, que foi lido por Cid Moreira, ao vivo, no Jornal Nacional. A resposta era à Globo, mas se aplica a família Bolsonaro, e se hoje os dois grupos se antagonizam, é porque disputam os mesmos espaços, seja nas verbas de comunicação, seja no controle do governo do país.

Mas fica pior: o vagabundo-mor, Jair, resolveu aparelhar os órgãos de investigação, que deveriam ser independentes, para colocar capachos no lugar de gente séria e assim proteger os marginais que ele mesmo criou como pai de família tradicional brasileira que jura ser. Quem jura, mente, minha mãe já avisava.

Eu cresci na mesma Tijuca, no Rio de Janeiro, que a familícia presidencial. Tim Maia também, sempre lembro para diminuir a vergonha. Mas me recordo muito bem que quando adolescente, no Colégio Militar tinha um “Flavinho” que vendia as melhores drogas do bairro. Todo mundo comentava. Eu, na época, estudava em escola pública civil e nas matinês da região, esbarrava com esses que já lá atrás eram vagabundos. Viviam com garrafas de whisky e arrumando confusão, entre uma “venda” e outra.

Tinha também um tal de “Carlinhos”, mas esse era conhecido como o “otário”, o bobão. Vai ver por isso partiu para o ódio virtual, já que nas ruas, andava de cabeça baixa e escondido quando estava só, cagão que sempre foi. E é gente desse nível que hoje habita o comando central do país.

Gente que além de vagabunda, é lunática. O ministro de Relações Exteriores parece sofrer de alguma doença mental grave. Gagueja e pisca os olhos enquanto fala coisas que até crianças teriam vergonha de dizer. A ministra de Direitos Humanos é uma pastora ligada a grupos que sequestram crianças indígenas inocentes sob o covarde e criminoso discurso que estão as salvando.

Por onde se olha, parece filme. De terror, claro. O ministro do Meio Ambiente está a serviço – suas decisões são claras – das madeireiras da Amazônia, que “passam a boiada” enquanto um vagabundo desses recebe salário pago por mim, por você, por nós.

Na Economia, um senhor que defende uma doutrina econômica considerada ultrapassada e medíocre por nove em dez economistas sérios. Claro que para ser sério, não vale ir em rede de televisão ser pago para ler roteiro. E ataca a educação pública enquanto a esposa preside associação de ensino privado. Quer dizer: no Brasil se perdeu a vergonha na cara, mesmo. As coisas não são nem mais disfarçadas. É tudo escancarado.

O país se encontra num colapso econômico, social e moral tão grande que outro dia, assistindo TV, entrou uma propaganda de “cura para o alcoolismo”. Não existe cura para essa doença e dependência química, como atestam os cientistas e especialistas. Mas no Brasil dos fascistas vagabundos está valendo tudo. Até pastor de igreja dizer na televisão que a vacina contra a Covid-19 contém HIV (AIDS) dentro dela. E NINGUÉM VAI PRESO.

Falando em coronavírus, o ministro da Saúde é um general do exército. Ou ex-general. Não é médico nem nunca trabalhou com saúde. O resultado tá aí: passa vergonha na compra de equipamentos, na compra de seringas (!!) e sobre as vacinas, chega a dar ódio desse governo. Começo a crer que o presidente quer assassinar a população pobre do país. Não seria nenhum absurdo pra quem tem nojo de pobre, é vagabundo e pau mandado da elite mais podre do mundo. A elite do atraso – como escreveu Jessé Souza – e do genocídio preto e pobre nacional.

Esse texto é um desabafo e uma convocação ao povo brasileiro: CHEGA!!! Que venha a vacina, apesar desse vagabundo, e que nós lotemos as ruas para arrancar esse delinquente da cadeira presidencial o quanto antes. Ele pode comprar o Centrão com o nosso dinheiro, diante da inércia total dos puxa-sacos que deveriam investigá-lo. Mas se lotarmos as ruas, avenidas e vielas desse país exigindo a saída desse genocida, desse ser humano vil, incompetente, irresponsável e despreparado, isso criará as condições para o impeachment.

Só assim foi possível a derrubada da Dilma. E só assim conseguiremos derrubar aquele que JAMAIS poderia ter se sentado onde se sentou. E que se aprenda de uma vez por todas que é isso que acontece quando a gente vota com o estômago e não com a cabeça. E que é isso que acontece quando redes de televisão incitam o fascismo por interesse político próprio: em seguida, como na Alemanha de 30, viram alvo do desprezível monstro que ajudaram a criar, como assistimos alarmados nos dias de hoje.

'O país está quebrado e eu não posso fazer nada': o Brasil tem que arrancar Bolsonaro da presidência urgentemente Foto: Sergio Lima/AFP
Foto: Sergio Lima/AFP

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