JONES MANOEL: Twitter, censura e guerra – a ofensiva contra Cuba

Vou falar desse tema de novo. Na mesa que participei no último Conune, eu falei que Google, Twitter, Face e afins são armas, instrumentos, do imperialismo. Essa fala causou risada em muitas pessoas. Na cabeça ignorante e liberal de alguns, espionagem, golpe de estado, sabotagem, assassinatos por encomenda, guerra econômica, guerra psicológica, desestabilização e por aí vai, é coisa da época da “Guerra Fria”. Evidentemente, coisas como a CIA e a OTAN não existem mais e Edward Snowden é o nome de um cantor de música Indie.

O Twitter e o Youtube, nas últimas semanas, apagaram milhares de contas de autoridades e pessoas da China que estão criticando a “revolução colorida” em Hong Kong. Em uma ação de censura aberta, as duas empresas alegam que o Governo Chinês está difundido versões falsas dos acontecimentos. Mas quem decide o que é verdadeiro e o que é falso? Bem simples, o interesse objetivo do imperialismo materializado nesses monopólios.

Agora é a vez de Cuba. O Governo cubano denuncia que uma série de contas de jornalistas de Cuba, pessoas que tentam furar o bloqueio midiático, estão sendo banidas da plataforma sem uma explicação.

O Google e assemelhados, seguindo de perto a ofensiva do Governo dos EUA, aperta o cerco midiático. Praticam ABERTAMENTE a CENSURA e não se preocupa com uma boa justificativa.

E vocês, com esse sentimentalismo liberal, ainda se chocam quando digo que devemos banir essas redes do Brasil e criar plataformas nacionais.

Leia a matéria de Cuba denunciando o caso.

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